Posts Tagged ‘restfulie’

Rest do zero – Parte 2

6 de maio de 2010

Esse video de 20 minutos mostra como mover de uma api REST tradicional para uma que utiliza recursos linkados e adiciona valor semântico real a esses links. Mais um passo para alcançar uma arquitetura realmente REST, de maneira simples.

Seu servidor e cliente REST já funcionavam assim? Ótimo.

Caso contrário, já é hora de desacoplar seu cliente de seu servidor, não?

REST a partir do zero

29 de abril de 2010

Esse é o primeiro post em uma série mostrando como usar Rails e Restfulie no servidor e Restfulie e Mikyung no cliente para criar uma arquitetura REST.

Nesse primeiro vídeo de 10 minutos você aprende a implementar em uma linha de código do Restfulie diversas representações (xml, json, atom) no servidor e também com uma linha, a enviar, receber, atualizar etc dados a partir do cliente.

Nos próximos vídeos sairemos do nível 1 do modelo de maturidade de uma arquitetura REST e passaremos para sistemas completamente REST.

Quaisquer dúvidas, junte-se ao nosso mailing list ou fale comigo no twitter.

Aplicando REST a corporações

26 de abril de 2010

Esse post é uma tradução do meu post original em inglês.

REST é o resultado de uma pesquisa que nos deixou com uma pergunta em aberto, como seu pesquisador sugeriu: REST resolve diversos problemas, mas como aplicá-lo a problemas modernos existentes em aplicações corporativas?

Aplicando REST

Após diversas conversas, resumi um modelo, derivado das restrições de REST, que nos permite medir como um sistema completo (cliente e servidor) alcança uma arquitetura REST.

O vídeo a seguir mostra um exemplo de como começar com o que acreditamos ser REST mas na verdade é uma arquitetura não REST típica e, adotando cada restrição, criar um sistema REST que executa processos de compra em quaisquer servidores REST.

O vídeo está em inglês e, em breve, postarei um tutorial do zero de como criar cliente e servidor aqui.

Qual o poder de “REST Applied”?

“REST Applied” como exemplifiquei resolve diversas preocupações modernas, preenchendo o buraco entre a dissertação de Roy e o uso da teoria em nossos problemas, abrindo espaço para um novo mundo de possibilidades.

Da mesma maneira que idéias REST, apesar de não serem chamadas de REST até então, permitiram que o crawling web fosse um cliente fantástico, “REST Applied” pode mudar a maneira como nossas aplicações se comunicam.

E por que não vimos isso antes? Pois a descrição do Roy segue o rumo de exemplos de crawling, que se beneficiam diretamente de content type negotiation. Por exemplo, o google utiliza o mesmo recurso, acessado por uma URI, com diversas línguas, podendo classificá-lo melhor do que se ficassem em URIs diferentes (sem um header adequado).

“In fact, the application details are hidden from the server by the generic connector interface, and thus a user agent could equally be an automated robot performing information retrieval for an indexing service, a personal agent looking for data that matches certain criteria, or a maintenance spider busy patrolling the information for broken references or modified content [39].”

Mas, “Not surprisingly, this exactly matches the user interface of a hypermedia browser. “… o cliente adapte-se para a representação atual, limitado a inteligência do cliente.

REST Applied pega todas essas idéias e resolve nosso problema, como os exemplos de Rest in Practice também seguem.

Frameworks/bibliotecas usadas

Restfulie dá mais suporte HTTP para bibliotecas http e provê um framework REST enquanto Mikyung permite criar seus clientes REST. Com ambos frameworks você está pronto para aplicar REST de verdade em seus problemas corporativos, não só webbies.

Mikyung significa “capital da beleza”, no sentido de “centro principal da beleza”, em coreano e é uma tentativa de reproduzir em seu nome a aparência de um belo cliente REST, comparado com código RPC.